War Witch (Rebelle)

War-Witch-poster

 

War Witch (Rebelle) é um filme Canadense de 2012 escrito e dirigido por Kim Nguyen. Nele em algum lugar da África Sub-Saariana (mas tudo indica que é no Congo), Komona, uma garota de 14 anos, conta para sua filha ainda não nascida a historia de sua vida que começa quando ela é raptada pelo exército rebelde para se tornar um soldado aos 12 anos de idade.
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O que foi 2012

Hoje é 30 de Dezembro de 2012. Não é o último dia do ano, mas com 364 dias decorridos já é possível olhar para trás e inventariar o que se passou e somar os resultados.

Foi um ano complexo e de aprendizado em modo intensivo, mais um ano de força e de resistência do que um ano de conquistas. Não significa que não obtive conquistas, pelo contrário, foi o que mais obtive esse ano, no entanto não são aquelas dos quais nos cercamos e descansamos em felicidade pelo obtido. O preço é duro e muitas vezes honramos esse preço deixando de lado o quão custoso foi. … 

O que é o Eixo do Dragão?

 

Eu me perguntei isso diversas vezes ao longo desses anos e a cada vez eu encontrei uma resposta diferente.

Axis Draco já foi blog pessoal para falar sobre qualquer coisa, já foi site com foco em conteúdo (ou seja, qualquer coisa que ganhasse atenção) e até mesmo um desvio de atenção e foco de outras atividades. … 

Review do eReader Kindle 4

Não gosto de me demorar muito para escrever certos reviews. Está certo que no ar desse ímpeto posso perder bons argumentos para um review de maior completude mas ao menos escrevo as primeiras linhas quando tenho minhas primeiras impressões. Com o Kindle 4 que comprei há algum tempo não seria diferente.

Deixarei de lado a história que envolve a dor de cabeça sobre como esse Kindle chegou enfim em minhas mãos e vamos direto ao que interessa, o aparelho!

Pra começar, a caixa do Kindle é simpática por si só, pequena e compacta utilizando o mínimo de material possível e conseguindo alcançar o status de uma verdadeira “embalagem verde”. Papel e papelão podem não ser a solução mais verde existente, mas ainda assim é uma solução verde que atende sua necessidade: Proteger o Kindle, veja na foto abaixo. … 

Odisseia Virtual: Consumo Eletrônico

Neste artigo (longo, mais de 3 mil palavras) falo sobre minhas mais recentes experiências com consumo, seja ele feito de forma eletrônica ou mesmo física com o suporte dado pelas facilidades digitais.

Não gosto de publicar algo tão longo aqui no blog mas nesse caso se faz necessário, se iniciarem a leitura dele, tomem algum tempo pois muitas vezes essa pressa nos afasta de oportunidades boas ou nos leva a oportunidades de quebrar a cara. Com o advento da internet cada vez maior em transações pequenas de pessoas físicas, alguma experiência pode ser extraída desse artigo sem que você tenha de passar pelos mesmos problemas que eu passei.

Lembre-se, se você está pagando, é um consumidor e se é um consumidor, tem seus direitos. Não seja abusivo e lembre-se sempre que do outro lado da linha ou de um chat também está um ser humano. Ou nem sempre…

 

Primeira Parte: ApetreXo e ApetroXas

Comércio eletrônico não é mais novidade, é coisa do século passado (principalmente em contagem do tempo “digital) e com isso o natural é que determinadas compras comecem a acontecer apenas de forma virtual.

Tênis eu não compro pela internet, tenho um pé complicado e nem sempre a numeração condiz com meu conforto, o lance é ir ao vivo e experimentar. Já outras coisas fazem a compra via internet ser quase obrigatória, entre elas eu diria que um ebook reader que você já conhece, ou mesmo uma peça de computador que você já cansou de ler reviews e tem uma boa noção de como é, o que faz e como faz. … 

Adeus, Adash

Iço a vela da nau que percorre dimensões. O inevitável é o caminho e o inexorável se faz rota. Tomo um punhado de poder à direita e um outro tanto de controle à esquerda. Junto-os em oração.
Meus olhos estão fechados e o campo da visão dá lugar à audição. Ouço e localizo o que está à frente ou o que está perdido no passado. Tudo reverbera com o menor som do casco deslizando por nuvens de mil megatons. Uma entidade zangada faz vista grossa mesmo contrariada.
Invasor! Ela clama em seu pensamento, mas as homenagens foram prestadas e o sacrifício libado foi queimado em holocausto. Pouco pode perante aquele que ousa e segue o ímpeto inabalável.
Não sou mais o navegante ou mesmo o capitão. Como uma esfera no espaço-tempo me movimento por acontecimentos resgatando e realocando energia. Nada se perde.
Abro meus olhos e vejo que a embarcação segue seu caminho por nuvens escuras. Como podem nuvens escuras se tornarem montanhas no céu que apenas a leveza sustenta? … 

Supergods de Grant Morrison

Supergods, livro de estréia de Grant Morrison na literatura é um título um tanto quanto ousado, seja pelo seu nome ou seja pela sua proposta, mas cumpre seu desígnio de forma igualmente ousada e feliz.

Nas 464 páginas desse primeiro livro, o escocês nos apresenta sua vida de forma desmistificada, sem valer-se de seu título de “rockstar” dos quadrinhos. Em uma síntese até certo ponto bem honesta ele vislumbra seu passado em um lar hippie que se desfez por excesso de amor ao próximo e passeia por consequências em sua infância e juventude moldadas por valores pacíficos tendo como companheiros os quadrinhos.

Assumir que sua infância foi, o que hoje muitos consideram, uma infância de um perdedor, ao nos deixar claro que em muitas das vezes o que ele queria era apenas transar, o semideus dos quadrinhos que figura ao lado de nomes como Neil Gaiman e Alan Moore consegue transmitir empaticamente como foi o crescimento de suas cadeias de pensamento, sua criatividade e todo referencial que ele carregou consigo em um número imenso de sucessos.

Supergods não resume-se a uma autobiografia embora funcione perfeitamente como uma, ele funciona também como uma análise meticulosa dos conceitos que Grant Morrison formou no decorrer de sua vida a respeito dos quadrinhos, sem enfoque em editoras ou continentes, analisando a teia ocidental dos mesmos e calculando por sua livre vontade o que é, foi ou será importante. … 

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