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O que é do dia-a-dia, coisas comuns e corriqueiras… mas nem sempre tão comuns assim.

Neon Azul – Uma experiência sinestésica

Coquetel de conforto e desconforto, destilado em um agridoce de sabor etéreo, sinestésico em afirmar seu Azul Neon nas variações de temperatura que atingem desde os picos do gelo Ártico até os fragmentos piroclásticos que se tornam cimento dentro de um homem.

Neon Azul, de Eric Novello, não é um livro em minha concepção (mais…)

Onde estamos – Egotime!

É um tempo incerto, a estrutura de minha vida vem recebendo modificações constantes em vários sentidos graças a muitos eventos que tem se apresentado em meu espaço-tempo chamado de vida.

O que estou fazendo no momento? Na maior parte do tempo isso pode ser respondido com uma pequena olhada em meu twitter. É a comunicação ultra-instantânea agindo para salvar algum tempo e levar outro tanto à perdição. (mais…)

Mecano-linguística e Meta-Estética

Lain Bootleg – Cyberia club

(clique no play para ouvir a musiquinha enquanto lê)

Computadores aliam língua e estética de forma metafísica e mecânica sendo traduzidas em sensações quando utilizamos tais recursos em nossa presente modernidade.

A origem dessas máquinas é controversa, alega-se  que o primeiro computador foi a primeira forma que o homem utilizou para que tivesse auxílio em fazer contas (equipamento para calcular), teria portanto como ancestral o ábaco. Não diria que está totalmente errado aquele que tem essa ideia de um computador, pois de fato no fim das contas ele é apenas uma máquina que faz contas em altíssima velocidade.
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Efígie e o Real

Recebi via twitter pelo ALuizCosta que recebeu do Politicalivre a notícia sobre a próxima mudança nas cédulas do nosso querido e suado Real.

Abri a notícia para dar uma checada para o que deveria me preparar segundo os calendários de inserção e substituição de tais cédulas, e vi que estava tudo ali, as cores ainda são bem representativas com o Azul Escuro representando R$2,00 e o Azul Claro representando R$100,00. (mais…)

Oficiantes da Escrita

Na lista de “coisas que alcancei quando grande” está um fator que pode ser considerado por alguns como banal.

Afinal, quando criança eu tive meus Heróis, naquela época rumo a descoberta do Eu e à lenta forja do caráter que se estende pelo trajeto da vida, um Herói era o modelo de como agir e pensar, onde encontrar os motivos para perseverar e o que fazer quando as esperanças parecem nulas.
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Dungeons & Kindles

Duas notícias interessantes hoje, de dois assuntos que embora eu tenha interagido muito nos últimos tempos, são assuntos que pesquiso e frequento constantemente até onde me é possível.

O primeiro deles se refere a uma iniciativa que me interessou muito no mundo do RPG, com o lançamento do D&D 4ed. muitas pessoas reclamaram (em boa parte com razão) do fato de ter se tornado um jogo de miniaturas. Sim, é praticamente impossível jogar D&D4 sem que você use miniaturas dada a mecânica de combate que foi estabelecida.
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Tartaruga Negra

“Estou adiantada, estou adiantada”

- Tartaruga Negra, A

Alguns meses passados desde o último post em Axis Draco pessoas me perguntaram se eu tinha por fim desistido de ter um blog, um site ou mesmo um cantinho insano que eu chamava de meu. Algumas dessas pessoas tentaram até me encorajar a escrever novos contos, novas besteiras ou até mesmo postar apenas uma nova gata oriental.
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Antologia i.e. Jabá a venda!!!

Pois é pessoal, algumas coisas acontecem como tem de acontecer, ao seu tempo e proporcionando a experiência que é reservada a ela.

Tenho o prazer de anunciar a venda do Pacto de Monstros, Antologia publicada pelo Selo Anthology da editora Multifoco, pela “LÔDJINHA” do Axis Draco.

Vale notar que participo com um conto ao lado de figuras maravilhosas como Adriana Rodrigues (das tirinhas do Bram e Vlad), Mushi-san (o mestre das joaninhas do Mushi-Comics), José Roberto (o cabra do Baronato de Shoah) e muitos outros. (mais…)

De volta das Férias

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Algum tempo de ausência tirado em uma espécie de férias temporária.

Em alguns fatores a vida tinha de ser resolvida e por fim acabei pensando muito a respeito do que é “viver”.

Se por um lado hábitos saudáveis auxiliam sua vida a ser alongada, o excesso desses hábitos torna ela por demais “chata” ao meu ver, e com isso acabei chegando a uma epifania: “Viver bem é apenas esticar a vida ao máximo?”.

Não sei por onde comecei a pensar nisso, mas quando percebi me via confrontando todos os argumentos para se manter uma vida saudável que envolvem dormir 8 horas diárias, se alimentar de vegetais, fazer exercícios regularmente, não usar drogas socialmente aceitas ou não (desde o álcool até o cigarro) e até o argumento de comer carne vermelha.

Nesse embate fiquei refletindo sobre o que é viver, já que as coisas que me agradam na vida são algumas realmente não saudáveis, e entre pensar no histórico familiar de tempo de vida e predisposição a doenças vi o quão desesperado estão aqueles que visam apenas esticar a vida ao máximo, sem cometer coisas consideradas daninhas para si mas que proporcionam alegria ou satisfação.

Parece estranho demais levar a vida apenas como um caminho a ser alongado a exaustão sem no entanto ter algumas sensações que são agradáveis, e justamente nessa curva do pensamento que me peguei pensando em outra coisa, como somos dependentes do sistema padrão de trabalhar, se sacrificar mesmo que seja em uma área ingrata de sua vida, apenas para obter um sucesso considerado desejável pela massa.

Não quero ser revolucionário, mas atualmente nenhum excesso me agrada, seja o excesso de saúde e preocupação com os anos vindouros ou mesmo a ausência de hábitos saudáveis ou total falta de compromisso com o que a vida nos reserva.

Entre um pensamento e outro percebi que fazia hoje um ano desde que uma tia querida minha faleceu, uma experiência dolorosa a princípio, mas que me ampliou certos horizontes e deu liberdade de pensar e sentir de forma que antes eu me impedia.

A vida não é tão curta para não nos preocuparmos com nada, nem tão longa que não devamos nos dar o direito de se divertir e ter satisfação temporária. Felicidade real de espírito pode ser o objetivo último da vida, no entanto isso não significa que o agora deva ser menosprezado.

Ora, me perguntei como eu me sentia no agora, e em que resultaria o que estou fazendo no agora para o depois. Se não encontrasse um meio termo de satisfação entre os dois ficaria maluco.

Enfim, de volta das férias, muita coisa está acontecendo!

Foto de um céu carregado de chuva, Guarujá – SP

Ouvindo: Enya - The River Sings

Kim Ha Yul no Estúdio Apple

Kim-Ha-Yul

Ok, normalmente eu não mando na sequência duas gatas orientais, mas essa gatíssima da Kim Ha Yul mereceu uma exceção, ainda mais pelo ensaio ser muito mais lúdico que sensual por sí.

Já sabem, procedimento padrão, clicar na imagem acima dessa gostosura de mulher e ser transportado para o ensaio!

Cadê os comentários minha gente… sei que essas mulheres lindas e gostosas são estonteantes, mas não é por isso que vocês serão inutilizados após ver né?