Adeus, Adash
novembro 26, 2011 em blog
Iço a vela da nau que percorre dimensões. O inevitável é o caminho e o inexorável se faz rota. Tomo um punhado de poder à direita e um outro tanto de controle à esquerda. Junto-os em oração.
Meus olhos estão fechados e o campo da visão dá lugar à audição. Ouço e localizo o que está à frente ou o que está perdido no passado. Tudo reverbera com o menor som do casco deslizando por nuvens de mil megatons. Uma entidade zangada faz vista grossa mesmo contrariada.
Invasor! Ela clama em seu pensamento, mas as homenagens foram prestadas e o sacrifício libado foi queimado em holocausto. Pouco pode perante aquele que ousa e segue o ímpeto inabalável.
Não sou mais o navegante ou mesmo o capitão. Como uma esfera no espaço-tempo me movimento por acontecimentos resgatando e realocando energia. Nada se perde.
Abro meus olhos e vejo que a embarcação segue seu caminho por nuvens escuras. Como podem nuvens escuras se tornarem montanhas no céu que apenas a leveza sustenta? Ler o resto deste post →




















Supergods, livro de estréia de Grant Morrison na literatura é um título um tanto quanto ousado, seja pelo seu nome ou seja pela sua proposta, mas cumpre seu desígnio de forma igualmente ousada e feliz.

