O Baronato de Shoah: Release

janeiro 31, 2011 em blog

O Baronato de Shoah

A Canção do Silêncio

José Roberto Vieira

O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio é o romance de estreia de José Roberto Vieira, uma emocionante aventura épica em um mundo fantástico e sombrio. Passado, presente e futuro se encontram com a cultura pop numa mistura de referências a animações, quadrinhos, RPG e videogames. Considerado o primeiro romance nacional pensado na estética steampunk, o mundo de O Baronato de Shoah une seres mitológicos como medusas e titãs a grandes inventos tecnológicos.

Desde o nascimento os Bnei Shoah são treinados para fazerem parte da Kabalah, a elite do exército do Quinto Império. Sacerdotes, Profetas, Guerreiros, Amaldiçoados, eles não conhecem outros caminhos, apenas a implacável luta pela manutenção da ordem estabelecida.

Depois de dois anos servindo o exército, Sehn Hadjakkis finalmente tem a chance de voltar para casa e cumprir uma promessa feita na infância: casar-se com seu primeiro e verdadeiro amor, Maya Hawthorn.

Entretanto, a revelação de um poderoso e surpreendente vilão põe Sehn perante um dilema: cumprir a promessa à amada ou rumar a um trágico confronto, sabendo que isso poderá destruir não só o que jurou amar e proteger, mas aquilo que aprendeu como a verdade até então.

 

Sobre o autor:

José Roberto Vieira

Nasceu em 1982, na capital de

São Paulo. Formado em Letras pela Universidade Mackenzie, atuou como pesquisador pelo SBPC e CNPQ, atualmente é redator e revisor. Teve contos publicados na coletânea Anno Domini – Manuscritos Medievais (2008) e

Pacto de Monstros (2009).

BLOG http://baronatodeshoah.blogspot.com/

 

O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio

Autor: José Roberto Vieira

Gênero: Literatura fantástica – romance

Formato: 14cm x 21cm

Páginas: 264 em preto e branco, papel pólen bold 90g
Capa: Cartão 250g, laminação fosca, com orelhas de 6cm
Preço de capa: R$ 46,90

 

Quanto vale sua alma?

setembro 1, 2009 em Monasticismo

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Quanto vale a sua alma, a sua paz de espírito ou a sua integridade?

Um punhado de pedras belas cunhadas pela natureza e dilapidadas pela mão de outro?

Pense nisso ao ser ofertado e tentado a vender algo tão “imaterial”.

TransMuto-me

agosto 25, 2009 em Monasticismo

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Plana num voo solitário, a altiva águia emancipada.

Olhos turmalina a encaram ao longe, com a inveja das asas plenas da liberdade:

Sê ígnea em teus rumos. enquanto serpenteia pelas nuvens, ó criatura!

É tão veloz tê-la no horizonte de meus vãos ensejos de realização, que desapareces.

Perguntaria a ti, se em minha sombra fizesse passo, qual dos segredos escondem os demônios aéreos;

Pois deles a metamorfose conquistei, com a éfige que transmuta dos Antigos Deuses;

E deles em assalto tomei, o que a língua humana chamou de portão do Inferno!

Num rugido tal qual o do Leão, me questionaram se grifo me tornaria,

Pois de águia as penas já dominara, e do Leão a forma possuía!

E ao me calar na sombra dos olhos deles;

Vislumbrei um segredo oculto, que de muitos, torpe se escondeu,

Dedilhei a harpa que possuía, e acendeu-se em ódio, um segredo calado na imensidão:

Tal qual foi feito, pelo ar levou para a eternidade!

Dragão de Brisingr

agosto 25, 2009 em Monasticismo

Brisingr

Me pergunto as vezes qual será o motivo para que os desenhos de dragões espalhados pela web sejam tão raramente de meu agrado.

Não apenas pela web, mas também em livros e revistas e, porquê não, em pinturas também.

Faz-se uma exceção bem ampla quando tratamos de Dungeons and Dragons, já que pelo próprio nome, no mar de dragões apresentados alguns realmente vão ao encontro do meu agrado.

A capa de Brisingr, terceiro livro do “Ciclo da Herança” de Christopher Paolini, traz um dragão que me encanta muito em especial. Não vou entrar em detalhes criando spoiler, mas digo que depois de ler Eragon e Eldest, Brisingr tem me agradado bastante e realmente fez jus a sua capa.

O Grande Dragão

agosto 21, 2009 em Monasticismo

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Embora o filme Dragão Vermelho seja um filme que gosto, me interessei pelo quadro de Blake antes de conhecer este filme, provavelmente pelo teor escatológico.

Vale lembrar que a proposta dada pela metamorfose no filme não condiz com a realidade do quadro.

Ele faz parte de uma sequência de quadros que, em tese, ilustram o apocalipse.

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