Garuda Balinês
agosto 25, 2011 em Monasticismo

abril 28, 2011 em Hexentanz
Eis-me de volta às terras da Pérola do Atlântico.
O caminho percorrido anualmente deixa suas marcas em lugares invisíveis aos olhos do profano, é um caminho que tenho a felicidade de não percorrer sozinho mesmo que meus passos sejam dados em terra de ninguém. O epicentro das atividades do espírito e do corpo é o objetivo de tantas vidas com a qual tenho contato, em uma época onde sonhar custa caro, e desejar é muito mais interessante que “intentar” me volto à sabedoria dos antigos sábios da terra.
Terra, terra e terra. Repetir essas palavras em tão poucas linhas não caracteriza uma de minhas falhas quanto à composição dos textos, caracteriza de fato o apreço que tenho por esse elemento e ambiente, apreço esse que se espalha pelos longos anos de uma minuta anual a ser cobrada de maneira justa e perfeita quando as estrelas estão devidamente alinhadas, quando o homem é julgado e executado, executa o milagre enquanto nutre a terra com seu sangue.
Mais um ano, mais uma peregrinação no campo sanguíneo onde a cruz e o forcado tomam o juramento e quebram o juramento, onde o intercessor com cara de sapo sorri o sorriso reservado aos poucos e bem amados. Cada passo dado em direção a esse objetivo é parte de um grande plano onde os ditames são feitos pela escolha de amor verdadeiro e honesto.
Tantas são as revelações contidas em um pequeno punhado de terra, ou areia do tempo, que escolhemos vestir nossas máscaras verdadeiras, aquelas que demonstram quem e o que verdadeiramente somos, apenas para nos despir delas unindo-nos aos ancestrais vislumbrando os caminhos do céu. Não se engane ao mirar os pontos distantes no céu e pensar que eles não reverberam na terra devido à sua imensa distância.
É com um salto de fé que transpomos essa distância, com esse mesmo salto, poeticamente energizado, vencemos as barreiras e obstáculos. Encantar um cavalo é fácil quando se sabe as palavras, mas pode a sua imensa capacidade perder-se em si mesmo e em sua miríade de possibilidades? O que resta quando cada entranha, braço e pedaço são expostos no chão? O que sobra quando cada pedaço de seu ser é colocado à disposição dos mortos da terra?
Você é capaz de identificar qual partícula ali é a indivisível partícula de si?
E assim a identificação é mútua, remontando palavras antigas e sabedorias que atravessam a pedra e a carne, como uma lança flamejante lançada no segredo da noite, como uma foice desferindo seu golpe nu e cru na carne dos que partilham o mesmo pensamento e a mesma nau que ruma à infinitude da alma.
Apenas onde os mundos se encontram é possível vislumbrar o Dragão em sua plenitude, e apenas nesse ponto de poder secreto e inviolável é que o incenso é queimado, o sangue aspergido e a carne da terra manifesta toda Tua glória.
Mas ouçam, Ó filhos da serpente e do dragão, teu hino que abre o campo dos sonhos e irrompe a morada da vida não é audível por qualquer um. Existem aqueles que sabem.
Poucos querem.
Quantos ousam?
Para então calar!
agosto 25, 2009 em Monasticismo

Me pergunto as vezes qual será o motivo para que os desenhos de dragões espalhados pela web sejam tão raramente de meu agrado.
Não apenas pela web, mas também em livros e revistas e, porquê não, em pinturas também.
Faz-se uma exceção bem ampla quando tratamos de Dungeons and Dragons, já que pelo próprio nome, no mar de dragões apresentados alguns realmente vão ao encontro do meu agrado.
A capa de Brisingr, terceiro livro do “Ciclo da Herança” de Christopher Paolini, traz um dragão que me encanta muito em especial. Não vou entrar em detalhes criando spoiler, mas digo que depois de ler Eragon e Eldest, Brisingr tem me agradado bastante e realmente fez jus a sua capa.
agosto 15, 2009 em blog
Talvez não seja do conhecimento de vocês cujos olhos se deparam com essas palavras, mas a profecia foi cumprida!
Uma vez mais foi provado que por mais poderosas que as profecias possam ser, elas não são cumpridas por si. Não, se não há trabalho árduo por trás de cada linha que seja profetizada.
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