Poli, o lolinho

dezembro 4, 2010 em blog

Guarujá, 4 de dezembro de 2010

O dia está triste, faleceu Poli, nosso papagaio, o “lôlo”, “lolinho”, “galinha velha”…

Eu pensei em escrever algumas coisas aqui, sobre como essa criaturinha fazia bem para todos nós, como foi carinhosa e recebida com carinho, mas ainda dói bastante.

Ele deu seu último suspiro nas mãos de meu avô, que foi a pessoa que mais cuidou dele nesses dois anos e foi enterrado ainda hoje. Meu irmão e eu o enterramos na natureza, e olhar aquele corpinho que cantava, assoviava e sempre tinha tanta vida, não mais respirar é algo triste.

Não sei muito o que poderia escrever aqui para registrar a tristeza dessa perda, portanto vou deixar aqui algumas fotos que registrem o quão ele era querido.

Descanse em paz, lolinho, meu amiguinho de penas que alegrou tanto a nossa vida.  :’(

Suave, então Rubro

novembro 24, 2010 em Monasticismo

Um pequeno deslizar, garganta a cortar!

A dificuldade para que uma vida seja criada não é levada em consideração quando se tem a facilidade de uma vida a ser ceifada. Essa facilidade que se dispersa no ar, através de gotas de sangue que são desperdiçados no asfalto, que se perdem no ar e no nada sem jamais encontrar sua morada. Encontram morte.

Não há Terra a alimentar, nem mesmo um mistério a desvelar.

E assim, perderam o conhecimento dos Mistérios do Assassinato.

E um e um jamais seriam zero novamente…

Tulpa Medula 2

agosto 18, 2010 em contos

Linhas tortas de Kabbalah Isotrópica

“Onde está a crença nos homens?”

Sessenta e seis anos e seis meses. Essa é era a idade do homem encontrado morto esta noite numa esquina movimentada em frente a um açougue barato. O endereço ainda não pôde ser divulgado.

Um policial que esteve na cena do crime, mas não deseja ter sua idade revelada, disse que o homem foi encontrado deitado com os pés apontando para a porta do açougue e que em seu rosto estava um estranho sorriso fixo por “rigor mortis”.

Ler o resto deste post →

Arte de Renascer

setembro 23, 2009 em Monasticismo

Renascer (Rebirth)

O preço para aperfeiçoar a arte de renascer é a morte.

Imortalidade agride a natureza por romper seu ciclo de ir e vir,apenas renascer é algo natural e passível de harmonização, ao renascer mais informação é agregada a um determinado ponto tetra-dimensional hipotético.

Como grande desafio do renascimento sem limites, cabe o obstáculo de agregar informação demais em um único ponto, dessa forma um buraco negro é aberto.

Até o devorador faz parte do natural.

Do outro… lado

setembro 20, 2009 em Monasticismo

Do outro lado

Restam fragmentos, sombras e memórias. Se perdem em espirais temporais sem fim ou começo. Paradoxo nubla os sentidos.

Entende agora o motivo de estarem sempre confusos? São raros os que conseguem reunir poder para manter a integridade!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...