
A santidade no ocidente foi lentamente sendo confundida com a passividade e cautela excessiva.
Um santo não deve beber, transar, divertir-se… Isso é uma herança da cristandade nesse berço ocidental.
Enquanto isso em outros lugares o santo pode ser aquele que é um perfeito humano, o santo pode ser o discípulo da guerra e da morte, pode ser o caminhante das sombras e o que conduz os mortos. Não é uma santidade bela e ideal, é uma santidade concreta!
O santo está na humanidade, para a humanidade, não acima dela.


