Monge Louco

junho 8, 2009 em Monasticismo

Grigori Rasputin

Raros personagens históricos são tão intrigantes, interessantes e controversos.

O Monge Rasputin foi um desses raros personagens, digno de um título como “Duro de Matar”. Até o pênis mumificado do cara é objeto de exposição.

E tem gente que acredita que o velho louco AINDA está vivo, o que daria a ele 152 anos de idade.

Mas claro, os mesmos que acreditam nisso, acreditam que ele conseguiu vencer o tempo, e nem teria sido pela alquimia.

Sombra do Colosso

junho 8, 2009 em Monasticismo

 

Quero jogar esse jogo ainda! Tão logo tenha um Playstation 2 em mãos, vou jogar esse jogo…

A idéia é interessante e os comentários são empolgantes. Você sendo um reles ser com menos de 2m de altura, lutando contra criaturas com mais de 15m. O jogo já é “velho”, mas desde o começo da onda de Playstation 1 que estou afastado dos consoles.

Não me afastei de vez, mas nunca mais peguei um jogo do começo ao fim para “zerar”. Acho que o excesso de finais alternativos, recursos secretos ativados depois de terminar jogos em condições inumanas, fizeram com que eu me afastasse.

Um parágrafo adicional interessante: As imagens do jogo remetem muito a locais e a situações pelo qual já passei em sonhos, de forma bem surreal.

O único problema é a expectativa, ela tem tendência traiçoeira.

Como escrever

junho 7, 2009 em blog, Monasticismo

Fragmento recolhido de um caderno velho.

Se o melhor exercício para escrever e realmente começar a escrever, então estou muito fora de forma.

Minhas idéias não conseguem mais encontrar um fluxo saudável de uma forma linear.

A importância que tenho dado a escrever talvez esteja me impedindo de tornar o fluxo saudável acessível.

Essa idéia de importância é como um exagero onde (ou no qual) eu devo apenas escrever o que achar conscientemente interessante, apenas o que for interessante deve ser escrito. No entanto isso parece uma desculpa para não escrever, uma fuga.

Me pergunto sinceramente do que estou fugindo e vem algumas alternativas a minha mente, medo do sucesso, medo do fracasso, ou pura preguiça?

Embora eu esteja mais inclinado para acreditar que seja a preguiça, creio que a solidão que venho sentindo tem feito com que eu assista TV de forma quase incansável.

É o velho argumento da TV entregar o produto pronto, apenas abrir a embalagem e desfrutar. Sim a possibilidade da TV capar minha imaginação e criatividade é bem possível e plausível.

Outra cosia que tem me atrapalhado bastante é o apreço pelas canetas e cadernos, bem como sua organização e beleza.

Parece que gosto de deixar tudo bem arrumado para esperar que a inspiração apareça de forma mágica, quando na verdade ela surge meio ao processo de escrever.

Materialismo é a palavra que me vem à mente, ele age na paixão excessiva pelas ferramentas e pelo trabalho em si.

Estética e estilo, talvez tenha me tornado um dependente de algo projetado pela minha carência e sentimentos de auto-importância.

Ao desligar a TV e começar a escrever qualquer coisa, vejo que o maior e talvez único problema que andava me atrapalhando em escrever, era não dar início a isso.

Escrever no papel, e em qualquer um, seja de um belo caderno ou mesmo um bloco de rascunhos, seja com belas canetas ou mesmo comas mais baratas e vagabundas.

Voltar a escrever me traz alívio pois de uma forma intuitiva “caio em mim” na concepção de que para escrever basta começar.

Não devo dar uma importância especial ao ato de escrever, tornando este ato tão sagrado que para começar eu tenha de ter a sensação de importância.

O melhor de escrever para si é, a possibilidade de não precisar se fixar a regras, não temer escrever algo repetitivo, nem mesmo se preocupar com sua caligrafia ou as impressões futuras que você terá do que escreveu.

Este ato orgânico simplesmente segue por si ao ser iniciado, e de uma forma satisfatória parece tirar um peso de meus ombros.

O único problema real encontrado enquanto estou escrevendo é o formigamento de minha mão.

Nada que uma breve pausa para fazer o sangue voltar a circular bem (balançando a mão para baixo e para cima) não possa resolver.

Então qual era o maior obstáculo que me fazia não conseguir escrever?

Não tentar!

Com o tempo e o condicionamento físico de minha mão e braço devem melhorar (falta de costume).

Com a prática minha caligrafia pode melhorar, basta treinar sempre, aos poucos vou conseguir encontrar minhas próprias letras.

Um último pensamento me vem a mente, e ele me lembra de minha dependência digital.

Devo me tornar menos dependente do digital, devo me permitir ser um pouco mais analógico.

Aximurae

junho 7, 2009 em contos

A Sabedoria das Feras

Os ventos que sopram são tão antigos quanto a noção de existência.

São manifestações de um caos ordenado anterior mesmo à existência do ser humano, do ser vivo, ou da noção de Ser.

De tão antigos que são os ventos, trazem consigo a memória de tempos do primórdio de tudo. Portanto, para os ventos, nada é novo. Tudo apenas é uma questão de combinação de elementos sob os mais diversos pontos de vista.

Essas são as razões mais simplistas que fazem dos ventos apotecários de toda panacéia para o mal da curiosidade e da ignorância.

Os primeiros a ouvir os ventos, foram os primeiros a aprender e a entender, pois aprenderam dos mais velhos instrutores que a Senhora Gaia em sua infinita capacidade nos colocou a disposição.

No entanto esses primeiros confundiram-se em seu ciclo de aprender e viver, e com o temor de tudo, passaram a valorizar por demais os nuances de cada coisa. Lentamente levantaram de suas quatro patas que tocavam o solo, quase estando em total magnetismo com a mãe, e estenderam seus braços ás estrelas.

Como crianças que não acreditam naquilo que seus pais contam, os segundos procuraram suas próprias verdades, e ao confrontarem a imensidão com aquilo que julgavam certo, temeram,

Medo, voraz amigo e inimigo de todo ser nasceu da ignorância, do desconhecido, das possibilidades . E Medo, como Senhor de grande conhecimento, assumiu seu posto de ensinar, através de si mesmo… através do medo.

Lentamente aqueles que estenderam suas mãos e braços às estrelas, na busca daquilo que sempre esteve entre eles, esqueceram das vozes dos antigos, esqueceram da sabedoria dos amigos que ainda andavam em quatro patas.

Assim foi perdida a Sabedoria das Feras…

Amiko

maio 16, 2009 em 3751 d.C.

Continuaçao de: O Olhar de Azazel

- Teu toque é firme, forte e suave ao mesmo tempo.

- Suas mãos lisas e macias… elas fizeram eu me sentir bem.

Amiko ainda ouvia a voz de sua ninfa cada vez que sentia o cheiro dela nos lençóis de sua cama. Bandidos vivem todas emoções possíveis a cada oportunidade, pode não existir amanhã.

Ler o resto deste post →

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...